Três lagoas

UFN3 deverá ser retomada em
março ao custo de R$ 2 bilhões

Com 80% das obras concluídas, valor seria necessário para colocar fábrica em operação

12 OUT 2017 Por RENATA PRANDINI 07h:00
Quando paralisada em 2014, estimava-se que a obra da UFN3, com 80,95% concluída, havia consumido R$ 3 bilhões Quando paralisada em 2014, estimava-se que a obra da UFN3, com 80,95% concluída, havia consumido R$ 3 bilhões

As obras da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados  da Petrobras em Mato Grosso do Sul, abandonadas há três anos, devem ser retomadas até março do próximo ano e deverão custar, ao novo comprador, um investimento extra de R$ 2 bilhões para concluir o projeto. A construção parou em dezembro de 2014, quando a estatal rompeu contrato com o consórcio até então responsável, composto pelas empresas Galvão Engenharia – denunciada na Lava-Jato – e Sinopec.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Três Lagoas, Antônio Luiz Teixeira Empke Júnior, a expectativa é que tanto a conclusão do processo de venda quanto a retomada efetiva da construção corram no primeiro trimestre do próximo ano.

“Está sendo feito todo um planejamento estratégico para essa venda. Então, a nossa expectativa é que até março ocorra a retomada da obra. Está sendo feito um planejamento estratégico para que a venda e retomada se concretize”, destacou.

No entanto, os quase três anos de paralisação aumentaram o custo do projeto. Quando paralisada, estimava-se que a obra, com 80,95% do projeto executado, havia consumido em torno de R$ 3 bilhões – dos R$ 3,2 bilhões previstos inicialmente.

Agora, explicou o secretário,  serão necessários mais R$ 2 bilhões para concluir o projeto. “É um levantamento primário que fizeram, apontando que precisariam de mais R$ 2 bilhões para concluir a obra. Pode ser que este valor aumente. Muito do que foi feito na obra, por conta do desgaste natural, vai ter que ser refeito, destruído ou trocado por novo”, destacou.

Quando paralisada, a estimativa é que seriam necessários R$ 700 milhões para a construção. 

Reportagem completa está na edição de hoje do Correio do Estado.

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