INSUFICIENTES

Falta diária de remédios e outros itens obriga troca entre hospitais da Capital

Demora na entrega e problemas na compra de produtos fazem com que oferta seja sempre escassa

19 MAR 2017 Por NATALIA YAHN 06h:00
Depósito do Hospital Universitário lotado de materiais estocados. Os que ele não possui, são solicitados a outras unidades Depósito do Hospital Universitário lotado de materiais estocados. Os que ele não possui, são solicitados a outras unidades

Sem materiais e medicamentos suficientes, os hospitais de Campo Grande acabam recorrendo a trocas entre si para conseguirem atender, sem prejuízos, os milhares de pacientes diários. A prática é comum, mas não está prevista em lei e ocorre, principalmente, porque há demora entre o pedido e a entrega dos produtos. Mas além disso, muitos  fornecedores desistem de vender para as unidades públicas porque os preços tabelados do Sistema Único de Saúde (SUS) estão abaixo do de mercado.

Segundo apurado pela reportagem, todos os hospitais públicos da Capital, e até particulares, inclusive de outros estados do Brasil, mantém cooperação para prestar auxílio. 

Os empréstimos são dos mais diversos itens, desde básicos como luvas, aventais e toucas, até medicamentos de alto custo e equipamentos específicos. 

(*) A reportagem completa está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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